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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Novo Ser e Chemtech "A melhor empresa para se trabalhar no Brasil" juntas na Reatech



Notícia
Chemtech envia representante à Reatech
09/04/2009 - 12:12
O tema da diversidade sempre esteve em alta na Chemtech. Entre os dias 2 e 5 de abril a Chemtech enviou um representante à oitava edição da Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (Reatech). O biólogo Ricardo Gonzalez esteve entre as mais 41 mil pessoas que foram ao Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, para conferir os últimos lançamentos e tecnologias deste setor.
Dentre os destaques da feira está o telefone para deficientes auditivos, impressoras em Braille e piso tátil. “O telefone, por exemplo, é um aparelho ligado a uma linha analógica e ao PC, que permite ao deficiente auditivo realizar e receber chamadas”, explica Ricardo Gonzalez. Segundo os organizadores do evento, a geração de negócios foi 10% superior à edição de 2008. Além de produtos e serviços, foram oferecidas durante a feira mais de 6.500 vagas de emprego e diversas organizações mostraram suas ações no auxílio da inclusão social de pessoas com deficiência.
Uma destas instituições presentes foi o Instituto Olga Kos, patrocinado pela Chemtech por meio do projeto Resgatando Cultura. Ao apoiar o Resgatando Cultura, a Chemtech contribui para a continuidade do projeto Pintou a Síndrome do Respeito, no qual o Instituto Olga Kos ministra aulas de arte e releituras de obras em oficinas de arte dedicadas a jovens com deficiência intelectual.
A Chemtech acredita na diversidade e apoia as iniciativas de seus funcionários que promovam a integração e o bem-estar de todos na empresa.

http://www.chemtech.com.br/lportal/web/guest/noticia/journal_content/56_INSTANCE_XC4b/10099/488013?templateId=NOTICIA_EM_DETALHE&title=Chemtech%20envia%20representante%20à%20Reatech&article_title=%43%68%65%6D%74%65%63%68%20%65%6E%76%69%61%20%72%65%70%72%65%73%65%6E%74%61%6E%74%65%20%E0%20%52%65%61%74%65%63%68

O Funcionário enviado pela Chemtech Ricardo González é também vice-presidente no Intituto Novo Ser.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009


São Paulo terá táxis acessíveis para pessoas com deficiência Vinte táxis adaptados passam a circular a partir desta terça (17).A tarifa cobrada será a mesma do serviço convencional.
A cidade de São Paulo vai contar com 20 táxis acessíveis a pessoas deficientes e com mobilidade reduzida a partir desta terça-feira (17). Os veículos acessíveis cobrarão a mesma tarifa dos convencionais e poderão ser acionados por telefone.
A prefeitura sorteou 80 alvarás para táxis acessíveis. Os primeiros 20 já estão prontos e os outros devem começar a circular até o final do ano, segundo o prefeito Gilberto Kassab (DEM). Os táxis foram apresentados em cerimônia na manhã desta terça-feira (17) em frente à sede da prefeitura, no Centro da capital.

A arquiteta Silvana Cambiaghi, de 48 anos, que usa cadeira de rodas, foi uma das primeiras a testar o novo modelo e disse ter aprovado. “É bom porque nos dá autonomia”, disse ela, que trabalha na Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência.

Silvana usa uma cadeira automatizada que pesa cerca de 60 quilos e para ela é complicado andar em táxi comum, pois tem que contar com a ajuda de uma pessoa para pegá-la no colo e colocá-la dentro do carro, e depois ela mesma tem que explicar à pessoa como fechar a cadeira para poder guardá-la no porta-malas. “Demora, é incômodo e corre o risco de eu me machucar e de o taxista se machucar carregando a cadeira”, diz ela, que mesmo tendo seu próprio carro adaptado conta que muitas vezes precisa de táxi para ir a lugares que não oferecem bom acesso ao cadeirante.

A conselheira de saúde e acessibilidade Marly dos Santos, de 46 anos, diz que com o novo táxi vai demorar menos tempo para entrar no veículo. “Nos táxis normais passo 15 minutos para começar a viagem porque tenho que encostar a cadeira perto do banco, entrar no carro e esperar o motorista guardar a minha cadeira”, diz ela que conta agüentar muitas buzinas dos motoristas que estão atrás quando tem de desembarcar do táxi.

Marly, que também tem carro adaptado, diz que quando precisa usar táxi costuma ligar para um mesmo motorista que já a conhece. “Mas, às vezes, ele está em outro serviço e tenho que depender da boa vontade de outro taxista”, comenta. Ela viaja para Brasília de dois em dois meses e já tem o contato de um motorista no Distrito Federal, cujo carro não é adaptado, que a atende no aeroporto.

Plataforma
Os veículos foram adaptados a partir de um estudo feito pela Secretaria Municipal de Transportes, da Pessoa com Deficiência e da associação de taxistas. Todos são Fiat Dobló. O sistema montado permite que o passageiro cadeirante entre pela parte de trás do carro por meio de uma plataforma que eleva e abaixa acionada por um dispositivo controlado pelo motorista do veículo. Depois que a cadeira está dentro do carro, o taxista a prende com quatro cintos de segurança, põe um encosto de cabeça para o cadeirante e depois o cinto de segurança, para que a pessoa fique segura em caso de acidente.

“Depois disso é que ligamos o taxímetro e começamos a viagem”, afirma o taxista Rodrigo Viana Dias, de 28 anos, um dos que vai dirigir o carro adaptado. Dias diz que fica feliz em saber que estará ajudando pessoas com mobilidade reduzida. “Para mim vai ser um orgulho dirigir esse táxi”, afirma ele que está ansioso para transportar a avó de 72 anos que usa cadeira de rodas. “Ela vai gostar quando ver esse carro”, conta.

De acordo com a Secretaria Municipal de Transportes, Os veículos foram adaptados segundo normas técnicas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Todos os 20 táxis acessíveis possuem ar-condicionado. Os automóveis adaptados podem transportar, além do portador de deficiência, dois acompanhantes e o motorista. O custo total do veículo adaptado é de R$ 90 mil e é bancado pelo taxista ou empresa de frota. A prefeitura diz que atualmente 3.166 ônibus adaptados circulam pela cidade.

Fonte: G1
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1005433-5605,00-SAO+PAULO+TERA+TAXIS+ACESSIVEIS+PARA+PESSOAS+COM+DEFICIENCIA.html

Aqui também podia ser assim....

No Rio de Janeiro, também existe táxi adaptados, quem oferece esse Serviço é a Coop Táxi, cooperativa criada há quase 2 anos para atender a cidade. No início, a tarifa era exatamente a mesma de um táxi normal, mas teve alteração e agora é mais cara. Já que São Paulo pode ter táxi adaptado com a mesma tarifa da frota convencional, por que aqui não?


Especial Coop TáxiTels.: (21) 2585-5577 / (21) 3295-9606Rua Prefeito Olimpo de Melo, 1.874 s. 202 - BenficaSite: http://www.especialcooptaxirj.com.br/index.htmE-mail: contato@especialcooptaxirj.com.br
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